Reforma da Previdência

Tabata carrega votos a favor da reforma no PDT, e placar surpreende com deputados desobedecendo partidos

A aprovação do texto-base da reforma da Previdência em 1º turno com 379 votos – muito acima dos já otimistas 330 que o governo estimava às vésperas da votação – se deu graças à adesão de deputados que contrariaram a indicação de seus partidos e votaram “sim” . Era necessário o apoio de, no mínimo, 308 deputados para que o projeto avançasse.

O maior “racha” ocorreu na bancada do PSB, que havia orientado seus parlamentares a votar contra a reforma. Onze dos 32 deputados acabaram votando a favor do texto, como os parlamentares Emidinho Madeira (MG), Jefferson Campos (SP) e Liziane Bayer (RS).

No PDT, oito dos 27 parlamentares votaram favoravelmente à reforma, contrariando a determinação do partido. O presidente do PDT, Carlos Lupi, havia sinalizado que poderia expulsar parlamentares da legenda que votassem a favor da reforma. O líder da legenda na Câmara, André Figueiredo (CE), chamou de “futuros traidores” deputados que desobedecessem a orientação.

Uma das deputadas que foi de encontro à orientação da sigla é Tabata Amaral (SP). Poucas horas da votação na Câmara, a deputada publicou vídeo nas redes sociais declarando voto a favor do texto. No vídeo, Tabata disse seguir sua consciência e buscou se distanciar do presidente Jair Bolsonaro, que encaminhou a proposta ao Congresso.

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