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Presidente chama militantes em protesto de ‘massa de manobra’ e ‘idiotas úteis’

Durante visita a Dallas, nos Estados Unidos, onde recebe uma homenagem da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos e terá um encontro com o ex-presidente daquele país George Bush, o presidente da República, Jair Bolsonaro, falou sobre os bloqueios de recursos de 3,5% das universidades federais e negou que seja um corte de verba.

“Não existe corte. Hoje nós temos um problema, eu peguei um Brasil destruído economicamente também. Então, as arrecadações não eram aquelas previstas por quem fez o Orçamento do corrente ano e, se não houver contingenciamento, eu simplesmente entro de encontro à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)”, disse Bolsonaro.

O presidente disse que a situação é complicada e não há saída a não ser o contingenciamento, que é adotado por todos os governos na mesma situação. “Não tem dinheiro. É o que qualquer um faz. Não tem (dinheiro), tem que contingenciar”, disse. “Gostaria que nada fosse contingenciado, em especial a Educação”.

Questionado sobre os protestos no Brasil, o presidente afirmou que as manifestações são naturais da democracia, mas chamou os militantes que se aproveitam dos protestos de “idiotas úteis” e “massa de manobra” usada por uma minoria.

“A maioria ali é militante, não tem nada na cabeça. Se você perguntar 7×8 pra eles, não sabem. Se perguntar a fórmula da água, não sabe. Não sabe nada. São uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espetalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil”, concluiu.

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