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Paraibanos estão desaparecidos na tragédia do Rio de Janeiro

Quatro paraibanos integrante de uma mesma família etão desaparecidos após o desabamento de dois prédios na comunidade de Muzema, Zona Oeste do Rio de Janeiro. As informações foram passadas pelo irmão de uma das vítimas, Jandir Silva, ao Correio Debate.

Segundo Jandir, estão desaparecidos o irmão dele, Jeferson da Silva Trajano, a esposa de Jeferson, Carla Batista, e os dois filhos do casal, de quatro e seis anos. Jeferson e as duas crianças são da cidade de Cacimba de Dentro. já Carla é natural de Solânea.

Dois prédios desabaram na Muzema, comunidade na Zona Oeste do Rio, na manhã desta sexta-feira (12). Ao menos três pessoas morreram e oito ficaram feridas. Bombeiros vasculham os escombros para tentar localizar outras vítimas. Pelo menos 17 pessoas, segundo parentes e moradores, estão desaparecidos.

Os imóveis tinham entre quatro e seis andares. A Prefeitura do Rio informou que as construções são irregulares e já haviam sido interditadas, mas uma liminar de 2018 impediu que fossem demolidas.

Resgates emocionantes – Das oito pessoas resgatadas com vida, ao menos duas foram levadas de helicóptero ao hospital. Como a região é de difícil acesso, os bombeiros tiveram de fazer uma operação especial para tirar as vítimas sem pousar em nenhum lugar.

O helicóptero ficou pouco mais de um minuto acima de um prédio, mas sem encostar na laje, que não suportaria o peso. Rapidamente, o ferido foi colocado dentro da aeronave.

As vítimas foram levadas aos hospitais municipais Lourenço Couto e Miguel Couto e para o hospital particular Unimed-Rio. Entre os resgatados dos escombros, está uma família que se mudou há uma semana para o local: um casal e uma filha de 10 anos.

Uma menina de 4 anos que morava no terceiro andar de um dos prédios saiu do local apenas com ferimentos leves. Os pais e os irmãos dela continuam desaparecidos.

“Tentamos acalmar, ela chegou aqui tremendo, em estado de choque, muito abalada. Ela só falou que alguma coisa desceu e ela escorregou na terra”, disse uma vizinha que acolheu a criança.

 

 

 

 

 G1

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