Musica

‘Evidências’ ganha versão eletrônica para celebrar 30 anos

Sucesso absoluto em karaokês e presente na trilha sonora de “A Dona do Pedaço” (Globo), a música “Evidências” ganhou uma releitura na versão eletrônica produzida pelo DJ Gui Guerrero, 33. Composta por  José Augusto e Paulo Sérgio Vall, a letra de “Evidências” completa 30 anos neste ano.

A canção, porém, somente ficou conhecida nacionalmente após a gravação na voz da dupla sertaneja  Chitãozinho & Xororó, em 1990. Agora, três décadas depois, “Evidências” tem tudo para invadir as pistas de dança com uma versão remix.

“A versão dos sertanejos tem características muito fortes, então para se tornar eletrônica nós baixamos uma nota da original para não perder a essência”, diz Gui. O DJ afirma ainda que realizou uma vasta pesquisa no mercado para achar uma voz que se encaixasse perfeitamente na métrica da música. E essa voz é a do cantor Ramon.

“Mas para os próximos remix vamos tentar que os próprios cantores cedam o vocal para as músicas que faremos. Penso em fazer uma versão de ‘Nosso Sonho’ em eletrônico, do Claudinho & Buchecha”, adianta o DJ.

A versão eletrônica de “Evidências” também vem acompanhado de um clipe, que lembra um pouco o conceito aplicado no clipe de “Brasília Amarela”, da banda Mamonas Assassinas. No vídeo, feito pela produtora Kroon, o DJ faz uma viagem com um Mustang e três senhores pelas estradas de Jarinu (a 68 km de São Paulo).

A ideia, diz o DJ, era fundir gerações. “O clipe é um conceito único e foi gravado na estrada comigo dirigindo. Queríamos uma pegada divertida de gente que se diverte. Todo mundo gosta, desde os mais velhos aos novos”, diz Gui, que natural de Birigui (a 507 km de São Paulo).

“Sou do interior de São Paulo e ouvi muito sertanejo. Independentemente da festa que faço, como casamentos, por exemplo, essa música era sempre solicitada. Percebi que seria sucesso”, diz o DJ ao relembrar que começou a produzir a canção antes de ela se anunciada na trilha da novela da Globo.

DJ Gui conta que adora pegar canções conhecidas de ritmos variados e transformá-las em músicas de balada. Ele afrima que gosta de transitar do axé ao funk em versões remixadas para atingir público em massa.

 

 

 

folhapress – foto: divulgação

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