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Em menos de oito horas, três homicídios são registrados em JP

Um jovem de 24 anos foi assassinado com 26 perfurações de arma branca e localizado por volta das 13h desta segunda-feira (28), no bairro de Mangabeira, Zona Sul de João Pessoa.

Segundo o aspirante Alvino, do 5º Batalhão da Polícia Militar, a vítima foi encontrada dentro do local onde residia e o crime pode ter acontecido neste domingo (27), à noite, ou durante a madrugada de segunda.

“A informação que chegou à PM foi a de que a mãe do jovem, que trabalha em frente ao local do crime, desconfiou de algo, pois o mesmo não havia aparecido. Ela chamou o Samu e o corpo foi achado no local”, disse o aspirante.

A mãe informou à polícia que o filho assassinado seria usuário de drogas. “De acordo com o que ela nos passou, o ‘kitnet’ onde ocorreu o homicídio foi alugado para que o jovem não vivesse nas ruas e ficasse mais afastado do envolvimento com o tráfico”, contou Alvino.

A PM ainda não tem informações sobre a autoria do crime ou as possíveis motivações. Peritos do Instituto de Polícia Científica estiveram no cenário do assassinato e o corpo foi direcionado às 15h para a Gemol, no bairro do Cristo Redentor, Zona Oeste da Capital, onde seria necropsiado.

Mais tarde, por volta das 21h, outro jovem de 24 anos sofreu um atentado na Rua do Rio, em Cruz das Armas, Zona Oeste da Capital. De acordo com a tenente Andressa, do 1º BPM, os bandidos chegaram em duas motos, uma preta e uma vermelha, procedendo com os disparos.

Ele foi socorrido, ainda com vida, para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, onde veio a falecer. “Ele chegou com ferimentos de arma de fogo nas proximidades da virilha e no peito direito”, disse o sargento Alves, do Posto Policial da unidade hospitalar, acrescentando que ainda tentou conversar com o baleado, mas que este não apresentava mais condições de se manter consciente.

Na comunidade Monsenhor Magno, no bairro Valentina de Figueiredo, Zona Sul, mais um homicídio. Um homem de 30 anos sofreu cinco tiros, sendo quatro na cabeça e um no braço.

“Os moradores informaram que apenas ouviram o barulho dos disparos, não sabendo quem os efetuou”, afirmou o aspirante Alvino, que descreveu o local como uma rua bastante esquisita, próxima a um matagal.

“Um cunhado do homem esteve no local e contou que este trabalhava com gesso e não sabia quais os motivos do crime”, completou o aspirante.

portalcorreio

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